Direito Bancário

Advogado em Direito Bancário em Teresina-PI | Ações Contra Banco

As instituições financeiras figuram frequentemente no topo dos índices de reclamações dos órgãos de defesa do consumidor no Piauí. A vulnerabilidade dos consumidores — em especial aposentados, pensionistas e pequenas empresas — aliada à aplicação de juros compostos exorbitantes, contratação não autorizada de serviços e vulnerabilidades nos sistemas de segurança bancária geram prejuízos patrimoniais severos.

Nos termos da Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é integralmente aplicável às relações bancárias. A Willna Carvalho Advocacia atua com base nos princípios da boa-fé objetiva, do dever de informação e da responsabilidade objetiva das instituições financeiras, buscando reequilibrar contratos, reaver quantias indevidamente debitadas e garantir a segurança financeira de nossos clientes.

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Principais áreas de atuação

Ação Revisional de Juros e Tarifas Abusivas

Análise pericial de contratos de financiamento de veículos, crédito pessoal, empréstimo consignado e cheque especial. Identificação de taxas de juros que superam desproporcionalmente a taxa média de mercado divulgada pelo Banco Central (Bacen), além do expurgo de tarifas ilegais embutidas sem consentimento (TAC, TEC, Seguro Prestamista casada).

Fraudes Bancárias, Golpes do Pix e Descontos Indevidos

Nos termos da Súmula 479 do STJ, as instituições bancárias respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros. Atuamos em casos de transferências via Pix sob coação ou invasão de conta, contratação de empréstimos consignados fraudulentos via biometria facial forjada e retenção indevida de salário em conta-corrente.

Indenização por Negativação Indevida no SPC/Serasa

A inclusão ou manutenção do nome do consumidor em cadastros de inadimplentes sem causa legítima — seja por dívida já quitada, cobrança prescrita, serviço cancelado ou fraude — gera dano moral presumido (in re ipsa). Requeremos a retirada imediata do apontamento em sede liminar e a respectiva indenização reparatória.

Subáreas

Ação Revisional de Contrato Bancário

Análise pericial de contratos de financiamento de veículos, crédito pessoal, empréstimo consignado e cheque especial. Identificação de taxas de juros que superam desproporcionalmente a taxa média de mercado divulgada pelo Banco Central (Bacen), além do expurgo de tarifas ilegais embutidas sem consentimento (TAC, TEC, Seguro Prestamista casada).

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Golpes e Fraudes Bancárias | Ressarcimento

Nos termos da Súmula 479 do STJ, as instituições bancárias respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros. Atuamos em casos de transferências via Pix sob coação ou invasão de conta, contratação de empréstimos consignados fraudulentos via biometria facial forjada e retenção indevida de salário em conta-corrente.

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Negativação Indevida no SPC/Serasa | Direitos

A inclusão ou manutenção do nome do consumidor em cadastros de inadimplentes sem causa legítima — seja por dívida já quitada, cobrança prescrita, serviço cancelado ou fraude — gera dano moral presumido (in re ipsa). Requeremos a retirada imediata do apontamento em sede liminar e a respectiva indenização reparatória.

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Perguntas frequentes

O banco é obrigado a devolver o dinheiro transferido em golpe do Pix?

Conforme o entendimento consolidado dos tribunais e as resoluções do Banco Central (Mecanismo Especial de Devolução - MED), se a instituição financeira falhou em seus deveres de segurança — permitindo a abertura de contas fraudulentas por estelionatários ou não bloqueando transações atípicas flagrantes —, responde objetivamente pelos prejuízos causados ao consumidor.

Como saber se os juros do meu financiamento estão abusivos?

A abusividade é aferida comparando a taxa de juros praticada no seu contrato com a taxa média de juros de mercado divulgada pelo Banco Central do Brasil para a mesma modalidade e época da contratação. Quando a taxa cobrada pelo banco supera expressivamente essa média sem justificativa de risco, cabe o pedido de revisão judicial.

O que fazer se começarem a descontar um empréstimo que nunca pedi no meu benefício do INSS?

Trata-se de hipótese clássica de fraude de consignado. O consumidor deve imediatamente registrar boletim de ocorrência, formalizar reclamação no portal Consumidor.gov.br e buscar orientação jurídica para ajuizar ação com pedido de cessação dos descontos, restituição em dobro dos valores subtraídos e indenização por danos morais.

Quanto tempo o banco tem para retirar meu nome do SPC/Serasa após o pagamento da dívida?

Conforme a Súmula 548 do STJ, cabe ao credor providenciar a exclusão do registro da dívida no cadastro de inadimplentes no prazo improrrogável de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir da data do efetivo pagamento.

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